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BATTALIONS: novo álbum em Novembro

Battalions é um dos expoentes da cena underground britânica, além de ser reverenciada por fãs em todo o mundo,  anunciou que seu terceiro álbum Forever Marching Backwards será lançado pela APF Records em 30 de novembro.

A banda também lançou seu primeiro vídeo e single ‘Forever Marching Backwards’ do álbum, confira:

 

Gravado e mixado por Chris Fielding no Skyhammer Studios, no Reino Unido, o álbum traz 30 minutos da marca registrada do Battalions, um som repleto de groove com uma levada sludge metal sombria, arrogante e repleta de riffs raivosos.

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Abraxas lança disco de estreia da Bears Witness

‘Book of Bob’ é o primeiro trabalho de estúdio da Bears Witness, uma tonelada de riffs sujos e lamacentos e letras remetem a uma lenda urbana do ABC paulista da década de 1970, entre humor e tosquices, e marca também a estreia da banda na Abraxas Records. Ouça já nas principais plataformas de streaming: https://ONErpm.lnk.to/BearsWitness.

Lucas Guanaes (vocal, baixo), Fernando Giunti (vocal, guitarra), Paulo Silveira (guitarra), Rodrigo Rousseaux (bateria) se enfurnaram no estúdio Costella, junto ao produtor Gabriel Zander, e assim nasceu ‘Book of Bob’. As letras contam a saga, entre nascimento e morte, do Menino Diabo do ABC, baseado em uma história inventada pelo jornal Notícias Populares em 1975.

Na semana de lançamento de ‘Book of Bob’, o Bears Witness também liberou o videoclipe da música ‘Harbinger’, com produção de Paulo Benjamin, a partir de imagens captadas em alguns dos shows realizados ano passado. Confira: https://www.youtube.com/watch?v=czv952SQRRI.

O show de lançamento do disco de estreia já está agendado. Acontece dia 22 de setembro na Dissenso Lounge, um dos espaços mais bem equipados da capital paulista, e terá Dum Brothers e Tranco como bandas convidadas. Marque presença: https://www.facebook.com/events/688210084907092/?ti=cl.

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Em disco de estreia, Vênus Negra mostra stoner rock com atmosfera cósmica

Riffs arrastados, densos, mas também recheados de fuzz, em compasso com o baixo pulsante e batidas rítmicas moldam o stoner rock da Vênus Negra, que viaja entre ondas psicodélicas e momentos doom. Com estes elementos, a banda de Natal (Rio Grande do Norte) experimenta diversas sonoridades no envolvente disco de estreia homônimo, já nas principais plataformas de streaming pela Abraxas Records: https://onerpm.lnk.to/VenusNegra.

Conterrâneos de outras duas forças do selo da Abraxas – Son of a Witch e Galactic Gulag – a Vênus Negra existe desde 2013. Hoje é Jônatas Barbalho (bateria), Gilson Sá (baixo), Williane Oliveira (guitarra) e Tomaz Jackson (guitarra), a formação que compôs e gravou o álbum no final do ano passado e, desde o início de 2018, se aventura em importantes festivais locais.

A gênese da Vênus Negra está na faixa “Sputnik 1957”, que também foi o primeiro single da banda. É uma música instrumental envolvida pela atmosfera cósmica, que faz alusão ao nome – Sputinik é o nome do primeiro satélite feito pelo homem a ser lançado na órbita da Terra, pela então chamada União Soviética, em 1957. Como pontua a banda, traz à tona “a sensação de navegar o desconhecido, com sentimento de espera pelas surpresas que esse universo misterioso tem a revelar”.

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Komatsu retorna ao Brasil com turnê de novo álbum, New Horizon

 

O Brasil será o primeiro país do mundo onde o quarteto holandês de sludge/stoner Komatsu se apresentará com a turnê do novo álbum, New Horizon.  A banda retorna já no próximo mês de setembro para 10 shows, que acontece de 12/9 a 23/9, entre cidades do interior de São Paulo e Santa Catarina, mais Curitiba. Assim como o giro realizado em maio do ano passado, a segunda passagem do Komatsu em terras brasileiras tem realização da Mamuteprod Entertainment, que este ano promoveu a aguardada – e vitoriosa tour – do Supersuckers entre Brasil e Argentina.

 New Horizon, terceiro disco da banda e sucessor do experimental e elogiado Recipe for Murder One (2016), será oficialmente lançado dia 7 de setembro pelo selo italiano Argonauta Records. Mais pesado e com mais levadas stoner, o novo disco combina com maturidade e técnica os diversos elementos de sludge com stoner rock e alguns momentos de heavy metal. Tem músicas cadenciadas, outras densas, riffs empolgantes e a peculiar atmosfera viajante do Komatsu.

A turnê começa em Bauru, dia 12 de setembro na unidade local do Sesc. Ainda no interior de São Paulo tem Araçatuba (13/9, Motor Rock Bar), São José do Rio Preto (14/9, Two Tone Pub), Indaiatuba (15/9, Plebe Bar), Campinas (16/9, Sebastian Bar) e Rio Claro (19/9, Sujinhos Bar). No Paraná, os holandeses tocam na capital Curitiba dia 20/9, no Jokers Pub, e depois seguem para Santa Catarina, onde tem agenda em Balneário Camboriu (21/9, Mercado Pirata) e Joinville (22/9, Delinquentes Road Bar).

O show derradeiro do novo giro do Komatsu é em Sorocaba, bem próximo à São Paulo, no dia 23/9. O show acontece no Complexo Mofo.

Komatsu tem como base Eindhoven, conhecida como a “cidade do Rock” na Holanda. Foi formado em 2010 e na discografia tem o EP homônimo (2011), o debut Manu Armata (2013), Recipe For Murder One (2016) e o vindouro New Horizon. A sonoridade da banda é constantemente comparada a Queens of the Stone AgeMastodonMonster Magnet Karma to Burn. Atualmente o Komatsu é Mo Truijens (guitarra/vocal), Mathijs Bodt (guitarra), Martijn Mansvelders (baixo) e Jos Roosen (bateria, recém integrado, ex-¡Pendejo!).

A banda viajará em uma van com full backline e todo novo merchandising, incluindo camisetas, patches, vinis, CDs, adesivos etc. No ano passado, o Komatsu realizou uma temporada de oito shows em 10 dias, passando pelos estados de São Paulo, Paraná e Santa Catarina, obtendo grande aceitação de público e mídia, além do show de estreia – em Piracicaba/SP – com o auditório do Sesc completamente lotado.

 

Komatsu tour 2018 novo

resenha / review

Entrevista: Riffcoven

A banda Riffcoven é uma das boas surpresas vindas da cena Stoner/Doom neste ano. Ela lançou seu disco de estreia intitulado Crown of Darkness logo no comecinho de Janeiro, e desde então, vem fazendo a mente de uma galera dentro e fora do país.

Tivemos a oportunidade de bater um papo com o carismático André Bode, e caso você esteja conhecendo a banda através dessa entrevista, lhe sugiro que dê play no Crown of Darkness enquanto faz a leitura.

 

 

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Foto: Camila Stenico

 

D: Agradeço por concederem essa entrevista! Como está sendo esse ano de 2018 para vocês, com o lançamento do Crown of Darkness e a possibilidade de se apresentar ao vivo com a Riffcoven?

A: Nós que agradecemos pelo espaço no Doombringer! 2018 começou muito bem, o lançamento do álbum foi muito bem recebido pela galera que aprecia o estilo, rolou em diversas rádios de internet, recebemos inclusive convites para diversos shows de uma galera que escutou o trabalho. Estamos bem empolgados em cumprir essas agendas, a galera tem dado um feedback bem positivo das apresentações.

D: A Riffcoven não é a primeira banda em que participam, vocês tem um passado ligado à bandas de outras vertentes do Metal. Como surgiu a ideia de criar a Riffcoven e entrar nesse submundo do Stoner/Doom?

A: Pra começar é um estilo que sempre gostamos, mesmo tocando em outras bandas bem diferentes, eu e o Paulo (Old One) sempre arriscamos umas jams juntos pensando em tocar algo direcionado ao Doom. Eu mesmo no Gasoline Special fiz umas 2 músicas bem nessa onda. Mas nossa primeira tentativa foi lá por 2008 ou 2009 junto com outros artistas da cidade, mas só rendeu uns 2 ensaios. Depois, ali por 2014 tentamos um projeto em duo tb chamado “The Vimana´s Eternal Trip”, que rendeu a música “Sagradas Vimanas”. Esse foi o embrião do Riffcoven. Em menos de 1 ano ensaiando abandonamos o projeto pois nossas outras bandas estavam nos ocupando demais. Então em 2016 voltamos a fazer umas jams, eu estava com uma guitarra afinada pra isso e com uns pedais de fuzz novos que ajudaram a bolar uns riffs bem legais. A gente foi se empolgando com os sons que estávamos fazendo e então resolvemos que estava na hora de organizar tudo e começar a gravar em 2017.

D: Ao escutar o Crown of Darkness é possível ver que vocês possuem uma série de influências, eu mesmo me surpreendi quando escutei o disco pela primeira vez e me deparei com o clima esotérico das faixas ‘Asuras’ e ‘Sagradas Vimanas’. Quais foram as principais influências que motivaram vocês na criação do disco? Existe alguma banda nacional que influenciou no som da Riffcoven?

A: Ambos gostamos muito de bandas mais clássicas como Black Sabbath, Candlemass, Motorhead e Cathedral, também somos grandes fãs de Electric Wizard, the Obsessed e Sleep, e de toda aquela galera maneira de New Orleans, como Crowbar, COC, Down e Eyehategod mas também dividimos uma paixão por Entombed, Type O Negative e Carnivore. Eu gosto muito de bandas de Stoner rock como Fu Manchu e Nebula, também gosto muito de Monster Magnet, Brant Bjork e Kyuss… O Paulo também curte umas bandas de Doom mais pro lado do metal, estilo Paradise Lost e Hooded Menace. E tem os temas das músicas, que nesse disco giram entre mitologia hindu, contos do personagem Conan de Robert E. Howard, umas letras satânicas que falam de amplificadores e pedais de fuzz… Só coisa fina!
Algumas das Bandas nacionais que me influenciaram na temática e/ou na sonoridade foram: Cocaine Cobras, Infamous Glory, Son of a Witch, Stone House on Fire, Saturndust, Hellhound Syndicate, Ruinas de Sade e Projeto Trator.
Foi muita sorte ter um brother como o Gabriel Pereira (Pão) que tem um Sitar Indiano em casa pra gravar no álbum, ficou do caralho o resultado, ele é um puta músico aqui da nossa região.

D: A Riffcoven começou fazendo seus primeiros shows como um duo, apenas guitarra e bateria. Vocês compuseram alguma música para tocar nesse formato ou apenas adaptaram as músicas do álbum?

A: Todas as músicas foram feitas nesse formato, pensando em tocar em dois, na verdade foi durante as gravações que surgiram as idéias de gravar mais guitarras. Como nos ensaios eu só podia tocar as bases eu nunca tinha pensado no que eu poderia fazer. E só depois que eu já havia gravado as bases de guitarra e o baixo que eu fui escutar para compor melodias, algumas outras linhas e os solos.

D: Agora a banda se tornou um trio com a entrada do Andrea Zoccoli, assumindo o posto de baixista. Como rolou o convite para que ele se tornasse parte da banda? E com essa formação, vocês já tem trabalhado em algum som novo?

A: Cara, o Andrea foi um lance maluco, o Paulo já o conhecia nessa cena de compra e venda de vinil. Quando lançamos os primeiros discos promocionais ele enviou um pro Andrea, que foi escutar quase 1 mes depois pois estava viajando. Quando ele conseguiu escutar gostou tanto que entrou em contato com o Paulo pra falar que tava afim de tocar com a gente. Porra, é uma característica de bandas de Jundiaí ter dificuldade de encontrar baixista, achávamos que tocaríamos como duo por muito tempo por causa disso, então aparece um cara afim de tocar e trabalhar com a banda. Não tínhamos porque não tentar. E o cara manda bem, deu um puta gás na gente pra trabalhar material novo o quanto antes.

D: Me lembro que em uma conversa você havia me falado que em uma época quase desistiu do projeto. Você poderia comentar o que aconteceu?

A: Então, a gente começou a gravar sem muita pre-produção, o que gerou alguns desencontros no início da gravação. Estávamos tocando juntos a 1 ano, disso surgiram músicas que trabalhamos pra fechar algum material, mas não estavam muito lapidadas, do jeito que tocávamos nos ensaios elas foram levadas pro estúdio. Mas conforme as músicas foram rolando, a gente foi ficando animado e confiante com o resultado.

D: Desde o meu primeiro contato com a Riffcoven, vocês já estavam no corre para tentar um acordo com algum selo para disponibilizar o material em formato físico. Há algo concreto no momento ou vocês ainda estão na correria?

A: Depois que o Andrea entrou na banda, surgiu a idéia de fazer o formato físico o quanto antes. Ele ia lançar sozinho pelo selo dele, a Pactus Records que já lançou Anjo Gabriel em Vinil, mas como eram muitas cópias decidimos entrar com ele já que o Paulo também tem um selo, a Dobberman Records e eu queria começar um pra ajudar a lançar bandas que eu gosto. Então criei a Fuzztron Records e o Riffcoven foi meu primeiro lançamento. O disco Crown of Darkness hoje está disponível em Digipack.

D: Quais são os planos da Riffcoven para o restante do ano? Sei que vocês estão tentando agendar datas para se apresentar, tiveram alguma proposta?

A: A idéia é tocar fora do estado de SP até o final do ano, existem propostas e estamos em conversa com produtores. Estamos preparando algum Merch pra vender nos shows também. Arrumamos algumas datas pra Julho, em São Paulo com o Mandibulla, em Araras com o Horned Owl Valley e Água Pesada. Vai rolar uma reunião de bandas aqui da região na cidade de Campo Limpo Paulista, com a presença de 2 bandas de doom, a Corehum e Doomslang. Temos outras datas em outras cidades aguardando confirmação. Estamos em contato com o pessoal da Cosmic Rover e Octopus Head, até o final do ano vão rolar umas boas surpresas com esses caras, com certeza.

D: Deixo o espaço liberado para vocês comentarem sobre qualquer coisa que não tenha sido abordada acima, mas que vocês julgem ser necessário falar sobre. Agradeço pela atenção, um grande abraço!

A: Queria agradecer a toda galera que demonstrou interesse em conhecer nosso trabalho, tanto a galera que curte som e entrou em contato quanto todo o pessoal de blog, radio web, integrantes de bandas e produtores de selos e de shows que NÃO nos deixaram no vácuo quando começamos a fazer contatos e enviar nosso material na busca de apoio e pra fazer acontecer. Isso é realmente muito importante pra gente, não vamos esquecer e sempre vamos tentar retribuir a altura! Esse está sendo um começo muito bom pro Riffcoven, ficamos muito felizes de já estarmos dividindo isso com uma galera maneira, esperamos só expandir essa rede com o passar do tempo. Acho que isso que faz a música valer a pena, tão bom quanto tocar alto e pesado é criar essas novas relações, conhecer gente que compartilha dessa brisa, isso é pro resto da vida, vai além da banda. Estamos aqui pra isso.

Muito obrigado, Tiago e blog Doombringer pela oportunidade! Estamos Juntos!

 

Acompanhe a Riffcoven no Facebook.

resenha / review

Khemmis – Desolation

 

Não era uma tarefa fácil para a banda americana Khemmis fazer algo que superasse o Hunted, mas confesso que Desolation me deixou dividido na hora de escolher entre ele e o Hunted. E por mais que eu não tenha o hábito de criar uma espécie de cobrança ou nutrir expectativas em excesso, no caso da Khemmis se torna uma tarefa difícil levando em consideração como os dois discos anteriores me agradaram e conseguiram me impressionar de certa forma que não acontece com frequência.

Desolation chega oferecendo tudo aquilo que o quarteto tem de melhor: guitarras marcantes e repletas de melodias grudentas, composições que não se prendem à padrões e dinâmicas repetitivas, além de vocais cheios de feeling e um tom que casa muito bem com o instrumental.

A banda segue utilizando uma paleta de influências vindas das eras mais clássicas e tradicionais do metal além daquela pegada Doom Metal numa linha épica e melódica, mas sem necessariamente soar presa em algum estilo. Ela cria um tipo de som expansivo, que passa por momentos que você pode até notar uma influência do progressivo no som, ou então mergulhar nas influências mais extremas do grupo que vez ou outra são entregues através de passagens marcantes com riffs turbulentos e berros furiosos.

E por mais que a musicalidade do grupo seja mais do que evidente, a forma como ela consegue criar um álbum repleto de faixas que te fisgam logo na primeira audição é o que mais me chamou atenção no Desolation. Não sei se é somente pela jornada e o fato de nessa altura já conhecer bem a banda, ao ponto de que meu cérebro assimilou mais rapidamente o disco, ou se é mais por mérito dela ao criar faixas tão orgânicas e detalhadas mas que conseguem “falar” numa linguagem mais próxima do ouvinte.

E deixo uma menção especial à faixa de encerramento ‘From Ruin’, que é de longe uma das melhores faixas pelo grupo. Ela tem todo esse aspecto grandioso, é uma daquelas epopéia nas quais a banda te leva por uma série de sensações explorando as mais diversas sonoridade, tudo isso criado e conduzido de uma forma fluida e organizada.

Se antes já era difícil tentar encaixar a sonoridade da banda em um mero rótulo, Desolation torna isso ainda mais complicado. É um disco de metal acima da média que certamente vai agradar à muitos.

Ouça

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Earthless estreia no Brasil com quatro shows em novembro

O influente power trio de heavy psych Earthless, de San Diego (EUA) nunca se esquecerá de 2018. Do contrato com a Nuclear Blast, simplesmente a maior gravadora de rock/metal do mundo, ao lançamento do quarto álbum, ‘Black Heaven’ (o primeiro com vocais na maioria das faixas), o ano ainda será marcado por uma inédita e extensa turnê pela América Latina, entre outubro e novembro. No Brasil, serão quatro shows, com produção da Abraxas.

A perna brasileira da turnê começa dia 1º de novembro, em Florianópolis (SC, no Célula Showcase). Em seguida, no dia 2, o Earthless parte para Belo Horizonte (MG, Stonehenge Rock Bar), com São Paulo no dia 3 (SP, Fabrique Club) e Rio de Janeiro no dia 4 (RJ, Cais da Imperatriz) na sequência.

‘Black Heaven’, o sucessor do alucinado ‘From the Ages’ (2013), é um enorme passo dado pelo Earthless, mundialmente considerada uma das mais criativas bandas do heavy psych. A adição de vocais ao eletrizante rock psicodélico com nuances de krautrock e de stoner torna a proposta do power-trio norte americano mais visceral, incrementando o hard setentista com uma enxurrada de riffs e solos viajantes em jams cósmicas, sem nunca perder a vibe sessentista, do calmo ao hipnótico.

A banda, formada em 2001, é composta por Isaiah Mitchell (guitarra), Mike Eginton (baixo) e Mario Rubalcaba (bateria, também membro da consagrada banda de punk rock OFF!).

O primeiro álbum saiu em 2005, ‘Sonic Prayer’, uma coleção de jams pesadas que recebeu o prêmio de Melhor Álbum de Hard Rock no San Diego Music Awards de 2007. O segundo disco, ‘Rhythms from a Cosmic Sky’ (2007), também foi indicado na mesma categoria no San Diego Music Awards de 2008, assim como o Earthless foi indicado na categoria de Melhor Banda de Hard Rock daquele ano.

O grupo conta ainda com um LP duplo gravado ao vivo no consagrado Roadburn Festival, na Holanda, em 2008, e já possui em seu currículo numerosas turnês pela América do Norte, Europa e Australia.

Os ingressos antecipados já podem ser adquiridos pela plataforma Sympla através do link: https://www.sympla.com.br/abraxas

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SERVIÇO

Earthless em Florianópolis
Data: 1 de novembro de 2018
Local: Célula Showcase
Endereço: rodovia João Paulo, 75 – Bairro João Paulo
Ingressos: em breve

Earthless em Belo Horizonte
Data: 2 de novembro de 2018
Local: Stonehenge Rock Bar
Endereço: rua Tupis, 1448 – Barro Preto
Ingressos: em breve

Earthless em São Paulo
Data: 3 de novembro de 2018
Horário: 18 horas
Local: Fabrique Club
Endereço: rua Barra Funda, 10 75 – Barra Funda
Ingressos online: R$ 100 (antecipado promocional) – https://www.sympla.com.br/earthless-mars-red-sky-e-psilocibina-em-sao-paulo__316077

Earthless no Rio de Janeiro
Data: 4 de novembro de 2018
Horário: 18 horas
Local: Cais da Imperatriz
Endereço: rua Sacadura Cabral, 145
Ingressos online: R$ 100 (antecipado promocional) -https://www.sympla.com.br/earthless-mars-red-sky-e-psilocibina-no-rio-de-janeiro__316079