resenha / review

Cities of Mars – Temporal Rifts

Cities of Mars é um power trio sueco formado Danne Palm (baixo/vocal), Christoffer Norén (guitarra/vocal) e Johan Küchler (bateria/backing vocal), que iniciou suas atividades em 2015. Contando com o single The Third Eye/Cyclopean Ritual e o EP Celestial Mistress em sua discografia, a banda lançará seu álbum de estreia intitulado Temporal Rifts no próximo dia 29, pelo selo italiano Argonauta Records.

Caso você ainda não esteja familiarizado com a Cities of Mars, o trio possui uma sonoridade marcada por ritmos fortes em que combina o Doom Metal com o Psicodélico, além de atribuir uma temática Sci-Fi às suas letras que atuam como um plano de fundo ideal. Em Temporal Rifts, a banda segue os passos do EP Celestial Mistress, criando um Fuzzy Doom em que se mostra eficiente tanto ao introduzir passagens pesadas quanto ao equilibra-las com passagens psicodélicas necessariamente hipnóticas.

A banda executa sua sonoridade sem pressa, o ritmo predominante no trabalho permite que o trio atribua um lado progressivo à sua música, prezando pelo bom desenvolvimento e uma variedade rítmica interessante. “Children Of The Red Sea” e “Caverns Alive!” são grandes exemplos disso. Os vocais tem uma dinâmica apropriada ao instrumental, com berros altos e poderosos nos quais tanto o vocal principal quanto o backing demonstram grande efetividade, como na faixa de abertura “Doors of Dark Matter Pt 1: Barriers”. E se demonstrando apta a soar pesada e implacável, a banda introduz atmosferas sombrias e uma densidade notável à sua música, aplicando ritmos esmagadores nos quais a bateria golpeia incansavelmente, sendo complementada pela muralha sonora construída pelo baixo e guitarra, que dão os toques finais à essa mistura intensa e amplamente agradável .

Temporal Rifts é um álbum interessante e marca a estreia do trio sueco em grande estilo em seu primeiro full lenght, que se demonstrou capaz de dar continuidade e evolução ao conceito introduzido ao material lançado anteriormente.

Tracklist:
01 – Doors of Dark Matter Pt 1: Barriers
02 – Envoy of Murder
03 – Gula, a Bitter Embrace
04 – Children Of The Red Sea
05 – Caverns Alive!

 

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Um comentário em “Cities of Mars – Temporal Rifts

  1. ALBUM REVIEW: CITIES OF MARS – TEMPORAL RIFTS

    Cities of Mars is a swedish power trio formed by Danne Palm (bass/vocals), Christoffer Norén (guitar/vocals) and Johan Küchler (drums/backing vocals), who initiated their activities in 2015. The band already release some previous material, including the single the Third Eye/Cyclopean Ritual and the Celestial Mistress EP and now they will release their debut full lengtH album Temporal Rifts via Argonauts Records.

    In case you’re not familiar with Cities of Mars, the trio has a sound marked by strong rhythms that combines Doom Metal with Psychedelic elements and assigning a Sci-Fi theme to their lyrics that act as an ideal background. In Temporal Rifts the band follows the footsteps of the Celestial Mistress EP, creating a fuzzy Doom that’s efficient both when introducing heavy passages as balancing them with necessarily hypnotic psychedelic moments.

    The band performs their music with no rush and the prevailing rhythm in the work allows the trio to assign a progressive side to their music, valuing for good development and an interesting rhythmic variety. “Children Of The Red Sea” and “Caverns Alive!” are great examples of that. The vocals have an appropriate dynamics to the instrumental, loud and powerful in which both the lead vocal and the backing demonstrate great effectiveness, as in the opening track “Doors of Dark Matter Pt 1: Barrels”. And being able to sound heavy and ruthless, the band introduces gloomy atmospheres and a remarkable density to their music, applying crushing rhythms in which the drums strikes tirelessly, being complemented by the sound wave built by the bass and guitar, giving the final touch to this intense and highly interesting mix.

    Temporal Rifts is an interesting album and marks the debut of the swedish trio in great style in its first full length, which proved able to give continuity and evolution to the concept introduced to the previously released material.

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