resenha / review

Firebreather – Firebreather

Ao pensar em um trio fazendo música pesada e vindo da Suécia, qual seriam os primeiros nomes que vem à sua memória? Bem, para mim seriam Vokonis e Monolord, aqueles que estão mais frescos na minha mente pelo motivo de terem lançado material inédito neste ano. Mas como a cena do local do país está sempre movimentada e nos apresentando novos nomes que possam se encaixar nessa descrição, trate de incluir a Firebreather em sua lista.

Com as atividades da Galvano colocadas em descanso, o vocalista / guitarrista Mattias Nööjdand fundou a Firebreather com o intuito de seguir criando música pesada da melhor qualidade, para isso, ele se reuniu com o baixista Kyle Pitcher e o baterista Tommy Hanning (que depois foi substituído pelo Frederik Käll) para começar a compor material para a banda. E no dia 13 de Outubro, a primeira oferenda do trio será lançada oficialmente pelo selo Suicide Records.

O trabalho auto intitulado é composto por quatro faixas que farão os amantes da música pesada terem suas mentes e ouvidos esmagados pelo peso enlouquecedor que esse trio coloca em sua música, aliado à uma temática que aborda fantasia e magia. Algumas das faixas já chegaram ao conhecimento do público, “Emerald Eyes” e “The Ice Lords” foram escolhidas para divulgar álbum. E através delas já dá para se ter uma noção clara do poderio sonoro do trio. Riffs monstruosos, linhas de baixo intensas e bateria golpeando nossos ouvidos sem demonstrar piedade, isso sem citar o vocal furioso de Mattias que berra como um bárbaro selvagem em campo de batalha.

As outras duas faixas reforçam essas características e também servem para justificar a qualidade das composições. Por mais que a Firebreather inevitavelmente vá te prender nesses ritmos de peso acentuado e riffs colossais, ela também mostra atenção no desenvolvimento das faixas e nas variações rítmicas, que mesmo não sendo constantes, reforçam o tom delirante do instrumental. E o maior exemplo disso talvez seja a faixa de encerramento “Release The Lava”, desfecho épico de 11 minutos de duração que reúne alguns dos melhores momentos de todo o álbum.

Está procurando por algo pesado e dinâmico? É fã de bandas como High on Fire,  Sourvein e a já citada Vokonis? Então você precisa escutar a Firebreather! Umas das melhores coisas que surgiram no ano, na minha humilde opinião.

Tracklist:

01 – Fire Foretold (07:09)
02 – Emerald Eyes (07:42)
03 – The Ice Lord (06:13)
04 – Release The Lava (11:34)

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Um comentário em “Firebreather – Firebreather

  1. ALBUM REVIEW: FIREBREATHER – FIREBREATHER

    If I ask to you about a trio making heavy music and coming from Sweden, what would be the first names that come to your memory? Well, for me it would be Vokonis and Monolord, those who are fresh in my mind for the reason they released new album this year. But since the swedish scene is always lively and presenting new names that can fit into this description, remember to include Firebreather on your list.

    With the activities of Galvano put in rest, vocalist/guitarist Mattias Nööjdand founded Firebreather with the intention of following creating heavy music of the best quality, for this he met with bassist Kyle pitcher and drummer Tommy Hanning (who later was replaced by Frederik Käll) to start composing material for the band. And on October 13rd the trio’s first offering will be officially released by the label Suicide Records.

    The self-titled work consists of four tracks that will make heavy music lovers have their minds and ears crushed by the maddening weight that this trio puts on their music, allied to a theme that covers fantasy and magic. Some of the tracks have already reached the public’s knowledge, “Emerald Eyes” and “The Ice Lords” were chosen to promote the album. And through them you can have a clear notion of the sound made by them. Monstrous riffs, intense bass lines and drums striking our ears without demonstrating any mercy, this without citing the furious vocals of Mattias screaming as a savage barbarian on the battlefield.

    The other two tracks reinforce these characteristics and also serve to justify the quality of the compositions. As much as Firebreather inevitably will catch you in these accentuated rhythms and colossal riffs, it also shows attention to the track’s development and rhythmic variations, which even though not being constant, reinforce the delusional tone of the instrumental. And the biggest example of this may be the closing track “Release The Lava”, an epic outcome with 11 minutes of duration that brings together some of the best moments from the entire album.

    Are you looking for something heavy and dynamic? Are you a fan of bands like High on Fire, Sourvein and the already quoted Vokonis? Then you need to listen to Firebreather! One of the best things that emerged in the year, in my humble opinion.

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